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Quem lê um conto reescreve um ponto (Parte II)

Vanessa Bornhofen

                                   Branco assim da cor da lua

                       No ano de 1950 em Florianópolis morava um menino albino que se chamava Orlandinho. Ele sofria muito com asma e bronquite. Sua mãe, Zenilda era uma linda negra e seu pai também. Então, como poderia nascer um menino albíno?

                     Na escola para evitar o apelido ”barata descascada”, Orlandinho não saia para o recreio. Orlandinho ia muito mal nas aulas, mas depois começou a melhorar. Ele ganhou um par de sapatos e meias de lã do professor Cascaes. Um dia sua professora descobriu que Orlandinho desenhava muito bem.

                    Todo mundo estava muito feliz com o Orlandinho, ele estava indo muito bem na escola, ele desenhava muito bem e já não sofria mais com os apelidos de mau gosto. Mas então, quando ninguém esperava, Orlandinho morreu por causa da bronquite, com 11 anos no dia 10 de julho. No velório, uma cerimônia muito simples só seus professores e familiares mais próximos.

 

 

Leonardo Lemos

                                      BRANCO, BRANCO, BRANCO

                  Uma velinha fofoqueira chamada Abigail tinha 60 anos, contava e perguntava tudo, para todos e todo mundo, ela contava sobre a morte de um menino especial, ele era albino.

                 A história aconteceu numa cidade pequena que nem luz tinha, era tudo com lampiões de querosene. Foi assim que Orlandinho o menino branco, branco, branco como a lua nasceu com a luz de um lampião em sua pobre casinha. Seus pais interessantemente eram negros mais amavam o filho que era diferente.

                Quando cresceu, o menino sofria na escola, pois todos os colegas o chamavam de barata descascada, por causa de sua cor. A professora desconfiou de seu talento e chamou o professor Cascaes para falar com os pais do menino e assim pela conta do professor ele foi estudar em um colégio particular.

                Quando descobriram seu talento o menino morreu de bronquite aos 11 anos de idade na década de 60. No velório o menino estava dentro de um caixãozinho azul apoiado sobre duas cadeiras e todas as pessoas que o conheciam estavam lá inclusive a velhinha fofoqueira de que falei.

 

 

 

Leandro Boaventura

                                         Branco assim da cor da lua

            Era uma vez um garotinho que nasceu branco, um albino, sendo que o pai e a mãe dele eram negros. Ele nasceu em Florianópolis, uma cidade do interior, no ano de 1950. O nome dele era Orlandinho.

           Só que na escola eles tinham muito preconceito com ele, pois ele era albino.

           Ele era um artista, pois fazia belos desenhos.

           Um dia o professor Cascaes o tirou da escola onde ele estudava e colocou em uma escola particular e até comprou sapatos a ele, pois não usava. Na casa dele, era muito amado, mesmo sendo o único da casa branco. O pai do garoto, quando Orlandinho ficava cansado o levava nas costas.

         O pior era o apelido dele na escola, todos os chamavam de barata descascada. O preconceito na escola era tanto, só por que ele era albino.

         Mas infelizmente ele morre, a causa foi bronquite.

        Muito comovente o texto, muito triste, ainda mais quando falo que todos na escola tinham preconceito com ele, o pior foi que ele morreu de bronquite.

       Mas mesmo assim adorei a história.

 

 

 

Kamila Rochinski

                                            Branco assim da cor da lua

                     Era uma vez em uma cidadezinha no interior de Santa Catarina, Florianópolis em 1950 existia um menininho chamado Orlandinho ele era branco como a cor da lua, ninguém sabia como ele veio ao mundo bem branquinho. Seu pai e sua mãe eram negros assim como a escuridão. Existia também naquela cidadezinha uma mulher bem velinha que era conhecida como formiguinha que já foi fofocando:

              -O filho da dona Zenilda faleceu a uma meia hora, ele era albino e tinha muita bronquite e asma,coitado desse menino!

                Em uma noite muito fria na década de 50 o Orlandinho nasceu branquinho, branquinho, mas o estranho é que seus pais eram negros como a escuridão, nem podiam tocar direito no menino que ele já reclamava de dor.

                    Matricularam o garoto em uma escola e os colegas começavam chamá-lo de barata descascada, com tanto preconceito não saia pro recreio. Então ficava na sala ao lado do quadro negro, então sua mãe matriculou o filho em uma escola particular da dona Julieta.

           No dia 11de julho tiveram uma notícia muito triste: o menino branquinho como a lua tinha falecido de muita bronquite, o caixão era azul da cor do céu e ele estava com roupas limpinhas e bem arrumadinho. Todos estavam lá, mas todos sabiam que ele estava em um lugar bom e que ele estava feliz.

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