Arquivo

Posts Tagged ‘Leitura’

Repertório Poético

Os alunos do 1º ano 1 estão formando seu repertório poético. A  intenção é conhecer a biografia de alguns dos poetas brasileiros mais representativos, além de sua produção literária. Para ampliar as pesquisas incluímos alguns poetas não brasileiros.

Este é o primeiro passo para organizarem uma pequena seleção de poetas e poemas e não ficarem presos às escolas ou períodos literários.

Adélia Prado   Álvares de Azevedo   Ana Cristina Cesar   Ariano Suassuna  

Augusto dos Anjos Camões  Carlos Drummond de Andrade   Casimiro de Abreu  

Cassiano Ricardo   Castro Alves   Cecília Meireles  Cora Coralina   Cruz e Souza  

Fernando Pessoa   Ferreira Gullar   Florbela Espanca   Francisco Alvin  

Gonçalves Dias   Haroldo de Campos   Henriqueta Lisboa  Hilda Hilst 

João Cabral de Melo Neto  Jorge de Lima   José Paulo Paes   Lindolf Bell

Manoel de Barros   Manuel Bandeira   Mario de Andrade   Marcos Konder Reis

Mário Quintana  Murilo Mendes   Octavio Paz    Oswald de Andrade  

Pablo Neruda  Paulo Leminski  Pedro Kilkerry   Vinicius de Moraes  

Waly Salomão   William Shakespeare

Cantiga da Ribeirinha

 

Em Portugal, o Trovadorismo teve início com a “Cantiga da Ribeirinha”, também conhecida como “Cantiga de guarvaia”, escrita em 1189 ou 1198 e atribuída a Paio Soares de Taveirós. Segundo a tradição literária, essa cantiga – primeiro texto de literatura portuguesa – teria sido oferecido a Maria Pais Ribeiro, a “Ribeirinha”, amante de d. Sancho, rei de Portugal.
A cantiga de Ribeirinha foi a primeira imagem da mulher na literatura portuguesa.

No mundo nom me sei parelha,

Mentre me for’ como me vai,

Ca já moiro por vos – e ai!

Mia senhor branca e vermelha

Queredes que vos retraia

Quando vos eu vi em saia!

Mau dia me levantei,

Que vos enton non vi fea!

 

E, mia senhor, dês aquel di’,ai!

Me foi a mi mui mal,

E vos, filha de don Paai

Moniz, e bem vos semelha

D’aver eu por vos guarvaia,

Pois eu, mia senhor, d’alfaia

Nunca de vos ouve nen ei

Valia d’ua correa.

Notas Explicativas

Non me sei parelha: não conheço quem se compare a mim

Mentre: enquanto

Moiro: morro

Senhor: senhor ou senhora

Branca e vermelha: alava e de faces rosadas

Retraia: retrate, pinte, descreva

Em saia: sem manto

Que vos enton non vi fea: pois percebi que não era feia

Des: desde

Bem vos semelha: bem vos parece

D’aver eu por vos: receber por seu intermédio

Guarvaia: veste de luxo

Alfaia: presente, brinde

Valia d’ua correa: qualquer coisa de poço valor

Romantismo: momento histórico

Para compreender melhor o que está presente na Literatura romântica é importante conhecer o contexto no qual ela se desenvolveu.

O Romantismo foi um movimento muito fértil em todas as manifestações artísticas, não só na quantidade de obras como no elenco de artistas. Na pintura Goya e Delacroix; na música Beethoven, Wagner, Verdi, Chopin, Mozart.

A liberdade guiando o povo (1831), Delacroix, apreciador das cores intensas e das cenas dramáticas, nesta tela presta uma homenagem à França e à revolução.

Museu do Louvre, em Paris, sua construção foi uma proposta da Convenção de 1792, para incentivar as artes no período pós-Revolução Francesa.

 

Na Literatura destaque para Victor Hugo que teve seus romances conhecidos mundialmente, sendo adaptados para o cinema dois deles: Os Miseráveis e de O corcunda de Notre Dame.

Por indicação do Eduardo está aqui a capa do Cd Viva la Vida da banda Coldplay, aqui mais algumas informações sobre a arte do encarte.

Em breve: Câmara Cascudo no jornal da turma

Já foram iniciados os trabalhos. Leituras, discussões, releituras, pesquisas.

Os grupos estão prontos.

A pauta foi distribuída.

Em breve os alunos da 6ª série 1/2010 publicarão seu primeiro jornal.

A base para escrita das notícias, artigos, editoriais, classificados e anúncios será o livro Lendas Brasileiras para jovens.

Agora é esperar para conferir os resultados.

Premiação do Desafio

Parabéns à aluna Thais que recebeu 56% dos votos no Desafio.

Este foi o texto mais votado!

Onde se escondeu o meu melhor?
porque estou triste?
eu quero o meu porto seguro, quero um refugio, quero me sentir forte, quero poder dizer que estou feliz de novo, e sei que vou ser feliz. Nem que demore um século, pois só eu sei que existe sempre um futuro feliz e perfeito.

Thais é muito tímida.

A professora de Português Gisseli é só sorrisos.

Quem lê um conto reescreve um ponto (Parte II)

Vanessa Bornhofen

                                   Branco assim da cor da lua

                       No ano de 1950 em Florianópolis morava um menino albino que se chamava Orlandinho. Ele sofria muito com asma e bronquite. Sua mãe, Zenilda era uma linda negra e seu pai também. Então, como poderia nascer um menino albíno?

                     Na escola para evitar o apelido ”barata descascada”, Orlandinho não saia para o recreio. Orlandinho ia muito mal nas aulas, mas depois começou a melhorar. Ele ganhou um par de sapatos e meias de lã do professor Cascaes. Um dia sua professora descobriu que Orlandinho desenhava muito bem.

                    Todo mundo estava muito feliz com o Orlandinho, ele estava indo muito bem na escola, ele desenhava muito bem e já não sofria mais com os apelidos de mau gosto. Mas então, quando ninguém esperava, Orlandinho morreu por causa da bronquite, com 11 anos no dia 10 de julho. No velório, uma cerimônia muito simples só seus professores e familiares mais próximos.

 

 

Leonardo Lemos

                                      BRANCO, BRANCO, BRANCO

                  Uma velinha fofoqueira chamada Abigail tinha 60 anos, contava e perguntava tudo, para todos e todo mundo, ela contava sobre a morte de um menino especial, ele era albino.

                 A história aconteceu numa cidade pequena que nem luz tinha, era tudo com lampiões de querosene. Foi assim que Orlandinho o menino branco, branco, branco como a lua nasceu com a luz de um lampião em sua pobre casinha. Seus pais interessantemente eram negros mais amavam o filho que era diferente.

                Quando cresceu, o menino sofria na escola, pois todos os colegas o chamavam de barata descascada, por causa de sua cor. A professora desconfiou de seu talento e chamou o professor Cascaes para falar com os pais do menino e assim pela conta do professor ele foi estudar em um colégio particular.

                Quando descobriram seu talento o menino morreu de bronquite aos 11 anos de idade na década de 60. No velório o menino estava dentro de um caixãozinho azul apoiado sobre duas cadeiras e todas as pessoas que o conheciam estavam lá inclusive a velhinha fofoqueira de que falei.

 

 

 

Leandro Boaventura

                                         Branco assim da cor da lua

            Era uma vez um garotinho que nasceu branco, um albino, sendo que o pai e a mãe dele eram negros. Ele nasceu em Florianópolis, uma cidade do interior, no ano de 1950. O nome dele era Orlandinho.

           Só que na escola eles tinham muito preconceito com ele, pois ele era albino.

           Ele era um artista, pois fazia belos desenhos.

           Um dia o professor Cascaes o tirou da escola onde ele estudava e colocou em uma escola particular e até comprou sapatos a ele, pois não usava. Na casa dele, era muito amado, mesmo sendo o único da casa branco. O pai do garoto, quando Orlandinho ficava cansado o levava nas costas.

         O pior era o apelido dele na escola, todos os chamavam de barata descascada. O preconceito na escola era tanto, só por que ele era albino.

         Mas infelizmente ele morre, a causa foi bronquite.

        Muito comovente o texto, muito triste, ainda mais quando falo que todos na escola tinham preconceito com ele, o pior foi que ele morreu de bronquite.

       Mas mesmo assim adorei a história.

 

 

 

Kamila Rochinski

                                            Branco assim da cor da lua

                     Era uma vez em uma cidadezinha no interior de Santa Catarina, Florianópolis em 1950 existia um menininho chamado Orlandinho ele era branco como a cor da lua, ninguém sabia como ele veio ao mundo bem branquinho. Seu pai e sua mãe eram negros assim como a escuridão. Existia também naquela cidadezinha uma mulher bem velinha que era conhecida como formiguinha que já foi fofocando:

              -O filho da dona Zenilda faleceu a uma meia hora, ele era albino e tinha muita bronquite e asma,coitado desse menino!

                Em uma noite muito fria na década de 50 o Orlandinho nasceu branquinho, branquinho, mas o estranho é que seus pais eram negros como a escuridão, nem podiam tocar direito no menino que ele já reclamava de dor.

                    Matricularam o garoto em uma escola e os colegas começavam chamá-lo de barata descascada, com tanto preconceito não saia pro recreio. Então ficava na sala ao lado do quadro negro, então sua mãe matriculou o filho em uma escola particular da dona Julieta.

           No dia 11de julho tiveram uma notícia muito triste: o menino branquinho como a lua tinha falecido de muita bronquite, o caixão era azul da cor do céu e ele estava com roupas limpinhas e bem arrumadinho. Todos estavam lá, mas todos sabiam que ele estava em um lugar bom e que ele estava feliz.

“É só o começo” Parte II

Depois de lerem os livros apresentados em sala de aula, os alunos  da 5ª série 1 tiveram um momento para a  troca de suas experiências de leitura.
Confeccionaram folhetos nos quais puderam se expressar, não somente através da escrita, mas também, através de cores e ilustrações.
As imagens abaixo fazem parte da segunda produção, realizada nas aulas de Língua Portuguesa.
%d blogueiros gostam disto: